quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Bouken-Ni #03 - As Crônicas do Animeke 1

Mais uma tirinha do infame Bouken-Ni chegando! o/

Agradeço mais uma vez todos os comentários e peço desculpas para aqueles que eu não respondi, minha vida sem internet em casa está realmente problemática, até atrapalhando umas coisas que ando aprontando em equipe para o BN ;D

Mas, chega de papo e vamos a Bouken-Ni!







Já passei por essas várias vezes, na minha vida de apresentadora do "Animeke Club Manaus". Bons tempos.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Music Day - Midori No Hibi

Odiado por muitos (como o pessoal do Video Quest), simpatizado por outros (como o Carlírio do blog Netoin!) e amado por alguém que eu não conheço, este anime é conhecido popularmente como "aquela bizarrice onde o cara tem uma garota no lugar da mão". Seja com mérito ou não, Midori No Hibi sempre divide opiniões.

Não vou entrar em méritos de trama ou de qualidade, ou se é realmente uma comédia relaxante para não pensar muito, ou uma bizarisse que somente otakus doentios poderiam simpatizar (e a minha irmã de mais trinta e cinco que só assistiu Sakura Card Captor). O papo de hoje é musical e, sim, eu acho a trilha de Midori Days boa!

Sentimental - OP

Uma nerdice que sempre me ocorre ao escutar as músicas dessa série é como as composições feitas para a personagem de K-On!, Manabe Nodoka, tem um estilo semelhante! Realmente não existe uma ligação clara, apenas o estilo semelhante, o que torna os temas desta personagem também bastante agradáveis aos ouvidos.





Mousukoshi. . . Mousukoshi

Agora sim chegamos ao grande motivo para esta postagem, para eu ter vontade de xingar as pessoas que não analisam cada parte de uma obra separadamente, generalizando tudo (outras obras que me geram este efeito são Angel Beats e Sora no Woto!). O tema de encerramento dos episódios da série, uma canção agradável que por diversas vezes (não foram poucas) já que questionaram, com tom de surpresa, "mas de que anime é essa música tão boa?!".

Ainda que não tenha tido trabalhos em animes populares com o grande público, Saori Atsumi também participou da trilha de Genshiken e Kujibiki Unbalance.



Coffe

Música que acompanha o single de Mousukoshi Mousukoshi. Genial





Ah, só para deixar registrado: eu me diverti um bocado vendo Midori no Hibi. Não sei se conseguiria assistir novamente, mas foi uma tarde cheia de risadas ^^

Até a próxima!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Bouken-Ni #02

Passando apressada para deixar a segunda tirinha! Agradeço aos que leram a primeira e vamos em frente!


Semana que vem tem mais! Comentem!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Bouken-Ni #01



"História" e "arte" : @LKMazaki
Arte-final: @SechanKV 

Agradeço àqueles que comentaram na postagem de apresentação ou no twitter. Isso me dá um incentivo de realmente publicar essas tiras mal desenhadas. ^^

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Music Day - Yuki Kajiura

Bem vindos à coluna mais sonora do blog, onde vamos explorar o maravilhoso universo que existe entre as tablaturas e canções do mundo da animação japonesa (sim, eu sou uma completa viciada em Anisongs!). Digamos que essa é uma maneira até elaborada de ter a desculpa de vir comentar sobre as inúmeras músicas que tenho no meu coração desde os remotos tempos onde comecei a assistir animes.

Ah, fiquem calmos, eu não sou a wikipédia, não vou ficar enxendo de informações técnicas! Muito pelo contrário. Eu sou fã de soundtrack e animesong, então vou falar com fã! Desculpem por isto, desde já.

Para começar bem, resolvi trazer a grande deusa das trilhas sonoras, Yuki Kajiura, como tema para nosso momento musical. Não reparem na minha forma de endeusá-la, mas isso é natural, ela é a responsável por Madoka Magica! (#totalfangirl).

Vamos à músicas!

Romance - Noir OST - 2001

Ah Romance. . . Apesar de estar no mercado musical desde 1992, o grande reconhecimento em termos de anime da compositora se deu com a série Noir. 




Anna ni Issho Datta no ni - Gundam Seed ED 1 - 2002


Um dentre tantos projetos da compositora está o grupo See-Saw, que surgiu em 1992, parou em 1995 e posteriormente retornou em 2001, realizando um dos trabalhos que fez o trio ficar mais conhecido, que é este encerramento de Gundam Seed








Não vou falar em detalhes da trilha de Tsubasa Chronicles, pois não vai demorar muito até termos um Music Day com o tema. ^^






Parallel Hearts - Pandora Hearts OP - 2008


FictionJunction é o nome do projeto solo de Yuki Kajiura, onde ela tem sempre a participação de outras artistas, criando assim as diversas variantes do projeto:



  • FictionJunction ASUKA - Asuka Kato: tem uma insert song em Elemental Gelade
  • FictionJunction KAORI - Kaori Oda: alguns trilhas de Tsubasa Chronicles, além de Baccano!
  • FictionJunction KEIKO - Keiko Kubota: "Kaze no Machi e", uma insert song de Tsubasa Chronicles
  • FictionJunction WAKANA - Wakana Ootaki: tem duas músicas na trilha de Fist of the North Star True Saviour Legend
  • FictionJunction YUUKA - Yuuka Nanri - o mais antigo e conhecido dos grupos, diga-se de passagem. Tem diversos singles e dois albuns.
Dentre os trabalhos do FictionJunction para animes, está esta opening de Pandora Hearts.







Kalafina

Confesso que tomei maior conhecimento de Yuki Kajiura depois de conhecer o grupo Kalafina, em 2010, mesmo que eu já fosse fã da trilha sonora de Tsubasa Chronicles. Este é seu projeto mais recente, surgido em 2007, sendo composto por Keiko Kubota, Wakana Ootaki e Hikaru Masai. Já fez diversos trabalhos em animes, como Kara no Kyoukai e Kuroshitsuji.

Hikari no Senritsu - Sora no Wo To OP - 2010

Ainda que seja consenso que a série Sora no Woto tenha sido um fracasso de desenvolvimento de roteiro e personagens, essa música conseguiu se sobressair desta trilha.










Magia - Mahou Shoujo Madoka Magica - 2011

Nem preciso reforçar muito que sou completamente fanática por esta série e alias nem é esse o objetivo. Magia conseguiu fazer chegar ao conhecimento mais amplo do público de animes brasileiro do grupo. Na verdade toda a trilha sonora da série Madoka Magica, que é de autoria de Yuki Kajiura, teve um sucesso de público e vendas elevadas, mas isso é assunto pra outra oportunidade.







Bom, chegamos ao final do primeiro "Music Day" e estamos com nossos ouvidos contentes (ou não!). Sinceramente ainda estou buscando um formado realmente bom para esta coluna, por isso mesmo COMENTE se achou interessante, ou não, ou fraco, ou somente divertido e pronto.

Até a próxima!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Bouken-Ni - Apresentação


Imagine uma pessoa que tenha uma enorme vontade de desenhar quadrinhos e goste de mangá.

Até aí parece tudo bem, mas vamos acrescentar alguns detalhes.

Essa pessoa não o mínimo de talento necessário para realmente fazer belos desenhos ao estilo mangá. (Vão dizer que um mangá com desenho tosco não é digno de resenhas e mais resenhas negativas [que inutilidade]).

E para tornar isto mais perigoso ainda, a pessoa em questão é admiradora profunda de comédias nonsense.

Pois bem, senhoras e senhores, é um cenário triste (Desesperador, segundo Itoshiko Nozomu) como este que me faz trazer o lançamento, neste insignificante espaço, de Bouken-Ni!

Logo original criado em abril de 2011, com slogan tosco e tudo


Mas o que é isso?!

Quem conhece este (mal-cuidado) espaço desde 2009 pode recordar da curta série de historias sobre cotidiano otaku que foram publicadas aqui. A série em questão havia sido chamada de Mazaki no Bouken e meu desenho, desde aquela época, era lançar as histórias em formato de quadrinhos, porém por falta de ajuda com arte-final e a minha REAL falta de talento, acabei abandonando o projeto.

Alguns anos passaram, eu continuo desenhando muito mal, porém venceram meus anseios por desenhar, mesmo sabendo minhas limitações. Alguns personagens saíram, outros mudaram de nome e temos finalmente a tal série sobre "ser um otaku brasileiro".

Bouken-Ni, não é difícil notar, foi somente um aproveitamento do primeiro nome junto com um sufixo para demonstrar a continuidade (se eu abandonar o projeto, um dia ele retornaram como Bouken-San! [not]).

Na verdade pouco importa o significado, é pra ser estranho (é a ideia sabe). Então vamos aos pormenores.

A história (?)

"Era uma vez um grupo, bizarro, de otakus brasileiros, vivendo suas vidas estranhas e bizarras. Fim"

Próximo tópico!

Personagens

Como uma comédia impertinente, busquei representar diversos estereótipos que nesse nosso nicho sempre encontramos. Ainda que sejam todos baseados em características que também são minhas, talvez em alguns momentos alguém possa se sentir incomodado com as críticas nada veladas (é o que mais espero!).


Mazaki - É neste momentos que vemos o quanto uma pessoa é egocêntrica, não? A verdade é que todos os autores se colocam de alguma forma dentro de suas histórias, estou sendo apenas mais sincera, por assim dizer. Mazaki é a otaku megalomaníaca, sempre acreditando que pode descobrir algum meio de revolucionar todo o meio otaku, ainda que seja na verdade só uma sonhadora e esperançosa que nunca faz nada acontecer (que familiar isto! testemunhem o poder da auto-crítica XD).




No-Name - O otaku mais velho e saudosista. Nunca revelou seu verdadeiro nome para os outros, dando-se este pseudônimo. Acredita que todos os mangás eram mais sensatos no passado, que a televisão era mais sensata no passado, que os autores do passado desenhavam com mais amor, que as editoras do passado faziam os cortes nas histórias de maneira mais amorosa e que os mangás tinham um charme especial quando custavam 2,90. Por ser o personagem mais velho, também acaba sendo, em alguns momentos, a voz mais "sensata" (como se alguém que tem Zetsubou Sensei e PSG como inspiração de vida pudesse fazer quadrinhos com momentos de sensatez #tsc).


Tsun - Ainda que tenha este nome a verdade é que ela representaria melhor o papel de "Marvin" (O guia do mochileiro das galáxias) na história, ou seja, é o personagem extremamente realista para o lado negativo das coisas. Mantem-se normalmente em silêncio durante as acaloradas discussões dos outros, apenas manifestando-se para destruir todos os argumentos e esperanças no coração de todos.






John - O irmão mais novo de Mazaki, é o garoto fascinado pelo mundo dos animes e mangás, extremamente fã de Bleach e de qualquer outro shounen ao qual for apresentado. Por ainda não conhecer direito este universo cheio de fanservice e amoral das obras japonesas, acaba sendo o personagem mais curioso, investigando e descobrindo verdades que ameaçam sua inocência como aprendiz de otaku.






Mimimi - Se você achava que os nomes estavam meio toscos, deixei os melhores para o final. A definição de Mimimi é parecida com a de uma personagem de Zetsubou Sensei, ou seja - exatamente isto que você está vendo. Reclama de tudo, de todos, do universo, das páginas do mangá, da Ação Magazine, de blogs, da Shounen Jump, do fanservice, dos planos insensatos de Mazaki, de estar num quadrinho mal desenhado e de qualquer outra coisa que você possa imaginar.





Pseudo-Cult - Por fim, aquele que é muito superior a todos os "otakus descerebrados" e amante de obras de nível filosófico superior (e questionável) como Evangelion, tudo do Ikuhara-sensei e Madoka Magica. Conclama aos quatro ventos o baixo nível de conhecimentos especializados dos outros personagens e não perde a chance de iniciar uma discussão analítica da profundida psicológica dos personagens mais complexos ou ignorados da indústria da animação japonesa. Claro, não se auto-denomina otaku, mas sim um fã da cultura pop japonesa.




Se minha pífia auto-confiança resistir até a "terceira temporada" ainda tenho outros personagens bizarros no bolso para acrescentar!


Publicação e periodicidade, se os deuses quiserem!

Estou passando diversas horas que deveria gastar dormindo em claro, para que consiga publicar uma tirinha (4panel) uma vez por semana, às quintas-feiras (Desenhar é rápido, agora pense no trabalho psicológico para não rasgar as folha de papel com aqueles rabiscos malditos que chamo de desenhos). Se ocorrerem atrasos, irei jogar toda a culpa em cima da arte finalista, minha parceira de tantos projetos @SechanKV, mas saibam desde já que se isto acontecer será realmente por minha culpa (mas ainda vou me defender dizendo que fazer TCC é trabalhoso, ok?).

Com o passar do tempo, se o projeto perdurar, tenho a intensão de apresentar um conteúdo maior e mais diversificado. Quem sabe vocês possam mentir bastante, vertendo alguns elogios frios e falsos para que isto aconteça?! #esperanças



Bom, este projeto pequeno e pessoal realmente pode (espero) soar bem estranho aos olhos alheios, mas, sendo bem franca, se eu não me permitisse fazer o que tanto tenho anseios, desde muitos anos antes do lançamento do Mundo Mazaki, eu simplesmente fecharia o blog e iria ir escrever livros como "Suzumiya Haruhi e a Filosofia". Pra mim, apenas falar das obras dos outros, sem dar minha contribuição amadora e realmente descartável não é válido e eu não poderia dormir tranquila apenas falando como Angel Beats é fraco ou Black Rock Shooter é a ruína do Noitamina.

Não seria por muito falar e pouco fazer que nosso mercado de quadrinhos, especialmente o inspirado no mangá, ainda é tão pequeno e tímido?

E sim, eu falo muito mal dos meus desenhos por que sou perfeccionista e estou me preparando sempre para as críticas ainda mais dolorosas que poderei receber a qualquer momento.

Enfim, dane-se tudo e vamos ver o que acontece com Bouken-Ni!



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O "Paradoxo Love Hina"


Hoje proponho um exercício de imaginação para que possamos analisar um aspecto sutil e determinante para a formação da "opinião geral" sobre uma obra. Para isso vamos tomar como exemplo uma obra de grande difusão entre quem conhece algo sobre anime/mangá : Love Hina.

Utilizando esta série que é uma de conhecimento mais amplo do nicho nacional vou tentar explicar o "paradoxo" que acontece com a maneira crítica com que nos acostumamos a analisar novas obras que nos dispomos a conhecer. Uso aspas ao me referir a um paradoxo porque isto é somente uma explanação teórica que tem por objetivo a reflexão, não é ao pé da letra paradoxal.

O que é o esse "Paradoxo"?

Não há maneira mais rápida de explicar do que construindo uma sentença que demonstre a existência da aparente contradição. Eis ela:

"Se Love Hina fosse lançado hoje, seria um fracasso pelo fato de Love Hina ter sido lançado do passado"

O que estou querendo insinuar nisto (na verdade estou é realmente afirmando) é que, quanto maior o conhecimento sobre histórias de qualquer tipo (ficção no geral), torna-se mais difícil surgir algo que agrade pelo simples fato de "ser uma cópia" daquela obra. Nos tornamos "vacinados" àquele tipo de conteúdo. [Até onde isso é bom?]

Mesmo que surgisse um "novo Love Hina", ou seja, uma obra com todas a qualidades (e, porque não, defeitos) da obra de Ken Akamatsu, esta obra perderia muito, talvez totalmente, o valor para aqueles que já conhecem o Love Hina original, pelo fato deste existir.

Será que compliquei? Mas é exatamente isto o que acontece todos os dias. É o que alguns chamam de "bagagem", outros de "caramba, K-On! é uma cópia de Haruhi, só que com pseudo-música" e por aí vai.

E o "paradoxo" não se aplica somente a obras novas. É bem comum que, ao rever alguma obra que já se conhece a anos, as impressões sejam diferentes (até porque nos tornamos pessoas diferentes constantemente) e pode chegar a acontecer daquela obra perder sua qualidade aparente para a pessoa, pelo simples fato de ser clichê.

[Levando o exemplo de novo pra obra do Akamatsu-sensei - Mas como assim Love Hina é clichê demais pra você?! Não foi justamente com LH que você aprendeu o que eram esses valores que depois se tornaram clichê?!]

"Paradoxo" não é Nostaugia

O (pseudo)"paradoxo" é diferente do sentimento de nostaugia que se tem por uma obra (que também gera pseudo-teorias como este texto, o caso da "regra dos 15 anos"). Não é a memória feliz sobre uma obra que impede que outras semelhantes sejam aceitas, mas o fato de se comparar e o impulso de diminuir o valor de uma obra sobre a qual já se tenha uma bagagem de conteúdo semelhante, ou de más experiências anteriores com algo relacionado ao conteúdo.

Colocando em termos práticos:

"Não é como continuar gostando de CDZ pelas boas lembranças da infância, mantendo aquele sentimento imaculádo, a despeito das críticas. É o fato de que qualquer coisa posterior a CDZ que tenha elementos muito próximos, seja em gênero ou tema, a este passe a ter menor valor ou ser considerado 'clichê', 'ultrapassado' ou talvez, 'veneno' (por aqueles que desgostam de CDZ)"

Existe solução? Existe problema?

Não há de se chamar de solução, afinal o paradoxo em si não é um problema, é mais como uma "injustiça natural" causada pelo preconceito que a experiência gera no público, por tanto não é um comportamento imaturo, ou errado (como poderia? Estamos falando só de histórias e entretenimento).

Consumir uma obra de maneira crítica é necessário, mas talvez deva ser feito somente na segunda experiência. Se o expectador levar toda a sua gama de preconceitos e receios para o primeiro contato com uma obra, as chances de que esta consiga transmitir sua mensagem para ele diminui muito.

(Tomando meu exemplo pessoal. Eu sei que, se Love Hina fosse lançado hoje, eu iria pre-julgar e ver a obra com olhos semelhante que tenho a, por exemplo, Sora no Otoshimono e Kampfer. Eu simplesmente não daria chance para Love Hina me mostrar que, apesar do ecchi, o humor é muito bom e os seus personagens são muito carismáticos).

A motivação de levantar esta questão subjetiva e estranha é que esta maneira natural de reagir perante algo novo pode ser um dos fatores para que obras de qualidade, ainda que não extraodinárias, mas agradáveis, não consigam passar os seus pontos positivos, que estão ali misturados às informações das quais o público pode estar farto de tanto ser repetido.

(Obras que me fizeram refletir até chegar a estas formulações foram, por exemplo, Sora no Woto e Angel Beats.)

Negar o que as obras tem de mal estruturado ou colocado é tão prejudicial para a experiência pessoal com um enredo quanto não se permitir discenir aquele aspecto positivo ou inovador de fato, graças a essas partes saturadas da composição geral.

(Ando acreditando que tem muita gente confundindo 'ser crítico' com ser capaz de apontar o máximo de dados técnicos e de defeitos em uma obra, ou pior, como ser capaz de proferir a maior quantidade de elogios vazios e padronizados).

P.S - Antes que comecem as chuvas de críticas, vamos prevenir algumas lembrando que devemos sempre ter em mente que qualquer análise só é possível de ser realizada de forma concreta se for pelo ponto de vista ocidental, pois esta é a nossa mentalidade e o que conseguimos compreender [se você acha que realmente entende todo o significado real das obras japonesas, sinto muito, mas somos intrometidos dando nosso próprio significado a essas obras].

P.S 2 - Perdoem a preguiça de colocar imagens, mas viver sem internet gera essa falta de tempo editando no blogger xD

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

#01: Começando!


Sejam bem vindos ao novo Mundo Mazaki!

Oi pessoal. . . e quanto tempo não?

Desde abril de 2007 venho aprendendo e buscando a maneira de melhor utilizar este espaço. Desde relátos cotidianos das minhas experiências com o mundo dos fanfictions até artigos de opinião, análises musicais, playlists e perfis de personagens populares, já foram várias tentativas de encontrar o meu jeito particular de fazer blogagem.

Confesso que durante todo este tempo o sentimento de insatisfação esteve presente. Mesmo quando em 2011 escrevi alguns artigos de questionamento que realmente foram prazerosos, o sentimento de "algo fora do lugar" predominou. E foi este sentimento que me fez anunciar o hiato que se estendeu nos últimos meses do ano passado.

Deixando o passado de lado e pensando no futuro...

Estou aqui de volta, depois de muito ponderar e refletir sobre qual seria a minha maneira pessoal de fazer um blog otaku. E, enfim, acho que agora encontrei o caminho certo. Um caminho ligeiramente peculiar, anárquico talvez, mas a maneira mais agradável e motivadora de seguir em frente.

Sem impressões sobre as séries mais recentes, sem noticiários semanais (apesar de que isso eu até gostaria, mas não tenho tempo o bastante para estar a par de todas as novidades em tempo real), com mais conteúdo próprio, ainda que isto pareça loucura do ponto de vista ortodoxo é algo que, acredito, ainda precise crescer bastante neste pequeno e falacioso segmento que tanto amo.

Ainda haverão artigos, claro. O espaço para animesongs, que tanto me agrada, esta de volta definitivamente com os Music Day. Bouken-Ni, novel. . . são realmente muitas idéias que finalmente irei colocar em prática. Talvez diversas postagens contenham muito teor pessoal e subjetivo, mas sinceramente, não sou um robô pago pela mídia para trazer informação (sei lá, isso é coisa para jornal, não para um blog, ainda mais um blog de entretenimento e análise!). Pensando pelo lado positivo é que sempre acaba havendo uma boa brecha para conversas e exposições de ponto de vista com esse "estilo".

Espero que aqueles que já acompanham meu trabalho por aqui continuem apreciando este peculiar espaço. E espero que novos leitores acabem encontrando algo diferente e interessante por aqui.

Vamos lá, o ano está apenas começando ^^

 
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